segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Veja o seu Senhor, o Revolucionário!


por Frank Viola

Leia do princípio ao fim os Evangelhos, e veja seu Senhor, o Revolucionário. Veja como espalha pânico entre os fariseus ridicularizando intencionalmente suas convenções. Numerosas vezes Jesus curou no Sábado, frontalmente rompendo sua querida tradição. Se o Senhor pretendesse aplacar a ira de seus inimigos, Ele bem que poderia esperar chegar o domingo ou a segunda-feira para curar algumas daquelas pessoas. Mas não, Ele deliberadamente curou no sábado sabendo perfeitamente que seus oponentes ficariam furiosos.

Este modo de agir tem um sentido profundo. Certa vez Jesus curou um cego misturando barro com saliva e colocando-os nos olhos do homem. Tal fato foi um desafio direto à ordenança judaica que proibia curar aos sábados misturando barro com saliva![1] Todavia seu Senhor, intencionalmente, rompeu publicamente esta tradição e com a mais absoluta resolução. Veja como ele come sem lavar as mãos sob o olhar crítico dos fariseus, nova e propositadamente desafiando sua tradição fossilizada.[2]

Em Jesus temos um Homem que recusava render-se diante das pressões da conformidade
religiosa. Um Homem que causou uma revolução. Um Homem que não tolerava a hipocrisia. Um Homem que não tinha medo de provocar aqueles que suprimiram o evangelho libertador que Ele trouxera para libertar os homens. Um Homem que não se importava em despertar a cólera de seus inimigos, levando-os a preparar-se para a luta.

Onde pretendo chegar? Nisso. Jesus veio não apenas como Messias, Ungido de Deus, para
libertar seu Povo das ataduras da queda. Ele veio não apenas como Salvador, pagando uma dívida que não era dEle para quitar os pecados da humanidade.

Ele veio não apenas como Profeta, consolando aflitos e afligindo acomodados.
Ele veio não apenas como Sacerdote, representando o homem perante Deus e representando Deus perante o homem.
Ele veio não apenas como Rei triunfante sobre toda autoridade, principado e poder.
Ele também veio como Revolucionário, rompendo o velho odre com o intuito de introduzir o novo.

Veja o seu Senhor, o Revolucionário!

Movimentos de renovação e novas formas para a igreja são como mudar as roupas de um
manequim. Por mais que troquemos essa roupa nunca daremos vida a ele, não importa quão de vanguarda ela seja. Não! É necessário meter fogo na raiz do problema e acender uma revolução!



As passagens seguintes lançam luz sobre a natureza revolucionária de Cristo: Mat. 3:10-12; 10:34-38; Marcos 2:21-22; Lucas 12:49; João 2:14-17; 4:21-24.

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[1] O Mishnah estabelece: “É proibido curar um homem cego no Sábado injetando vinho nos olhos dele. Também é proibido fazer lama com saliva para cobrir os olhos dele” (Shabbat 108:20).
[2] Conforme o Mishna, “A pessoa deveria estar disposta a caminhar quatro milhas para lavar suas mãos a comer com as mãos não lavadas” (Sotah, 4b) “... Aquele que negligencia lavar suas mãos é como aquele que é um assassino” (Challah, J, 58:3).

Se Jesus "Skandalizou"...

esse post é continuação de "Sequestraram o argumento do escândalo"

Skandalizo? - sim e não
A palavra grega para "escândalo" é skandalon - dentre outras coisas, ela significa "ofensa" e "ocasião para cair". Jesus advertiu: "ai do homem pelo qual vem o escândalo!" (Mt 18:7)
Somos biblicamente orientados a não escandalizar nossos irmãos (Rm 14:13; 1 Co 8:13).
As palavras de Pedro "nunca Senhor, isso nunca te acontecerá" foram skandalon para Jesus (Mt 16:22-23).

No entanto, o próprio Evangelho de Cristo é comparado a uma "rocha de escândalo". (Rm 9:33)
A mensagem da Cruz é "escândalo para os judeus" (1 Co 1:23; Gl 5:11)
Jesus é skandalon (1 Pe 2:8).

O verbo grego para "escandalizar" é skandalizo - dentre outras coisas, significa "ofender".
Felizes são os que não se escandalizam (não se ofendem) por causa de Jesus (Mt 11:6)
A semente que cai em terreno pedregoso não prospera porque a pessoa vai se escandalizando até abandonar (Mt 13:21).

As pessoas ficavam escandalizadas por causa de Jesus (Mt 13:57).
Ao questionar suas tradições, Jesus escandalizou os fariseus (Mt 15:12).
O discurso de Jesus escandalizava seus próprios discípulos (Jo 6:61)
Por outro lado, numa ocasião Jesus não quis escandalizar ninguém e pagou o imposto do templo. (Mt 17:27)
Um dos sinais dos tempos é que "muitos ficarão escandalizados" (Mt 24:10)

Fica claro que Jesus evitou o escândalo numa questão inferior, mas provocou o escândalo quando princípios bíblicos estavam sendo desafiados pela tradição. Então a questão não é tão simples a ponto de ser resolvida com um genérico "não escandalize!" diante de qualquer situação. Existem situações que exigem um bom escândalo bíblico.

O fraco se escandaliza - Rm 14
Esse é um problema parecido com o das “carnes sacrificadas a ídolos”, que Paulo enfrentou nas cartas aos Romanos (provavelmente) e aos Coríntios. Não havia nada de errado com a carne em si, o problema era a conotação pagã, a “associação de imagens” que escandalizava algumas pessoas. Alguns consideravam que comer essas carnes era aceitar e praticar a idolatria (realmente, Salomão tinha razão em dizer que “não há nada de novo debaixo do sol”).

O conselho de Paulo ainda é válido para hoje: quando algo é moralmente indiferente, deve ser julgado pelo seu efeito em nossa consciência, na consciência dos outros (não devemos ser causa de tropeço) e principalmente na glória do nome do Senhor entre os incrédulos. O importante é ter conhecimento e firme convicção naquilo que se faz, caso contrário, incorremos em pecado.

Paulo menciona, em Romanos 14, o cristão que é fraco, ou seja, que ainda não amadureceu espiritualmente e possui uma consciência cheia de escrúpulos exagerados. Mas não se pode ir ao outro extremo, confundindo a consciência forte com a consciência cauterizada, sem nenhum critério. De acordo com a Bíblia, é errado violar a consciência de alguém em assuntos moralmente indiferentes, principalmente se for de um fraco na fé. Portanto, é necessário considerar a responsabilidade que todos temos de manter intocada a débil consciência dos fracos, para que ninguém seja levado a escandalizar-se desnecessariamente.

O Comentario Bíblico Adventista esclarece quem é o fraco do texto de Rm 14:1:

"É alguém que tem apenas uma compreensão limitada dos princípios de retidão. Ele quer ser salvo e está disposto a fazer qualquer coisa que acredita ser-lhe exigido; mas devido a imaturidade de sua experiência cristã (cf Hb 5:11 a 6:2), e talvez também como resultado de sua educação anterior e de suas crenças, trata de garantir sua salvação por meio da observância de certas regras e prescrições que na realidade não são obrigatórias para ele. Dá muita importância a essas regras; as considera como absolutamente vigentes para poder alcançar a salvação, e está angustiado e perplexo quando vê que outros cristãos que conhece, especialmente os que parecem ter mais experiência, não compartilham seus pontos de vista."

Perfeito.

Eu destaco apenas o fenômeno observado no primeiro post: ao contrário do descrito no parágrafo acima, alguns fracos na igreja de hoje já estão há décadas na experiência cristã. Alguns até nasceram em lar cristão de terceira ou quarta geração. Os "não-me-toques" legalistas foram passados de pai para filho e ninguém ousou confrontar as vacas sagradas desse pessoal e gritar "o Rei está nú!"

Repare que o texto aconselha a aceitar o fraco e não ficar discutindo com ele. Mas em parte alguma o texto orienta o fraco a continuar incomodando os demais com suas manias e costumes. Creio que nesse post eu estou no limite de desobedecer o conselho de Paulo no verso 3 ("não menospreze"), mas o conselho de Paulo para o hiper-escrupuloso é "não julgue". Então proponho um acordo: não menosprezarei e ninguém me julgará. E nos assuntos em que eu tiver minhas próprias manias desafiadas farei de tudo para não julgar ninguém ou usar minhas manias como régua espiritual.

E o detalhe final: a ordem "não escandalize"(v. 13) é dada a fortes e fracos. O argumento do escândalo não é unilateral. Portanto, paremos com essa chantagem bíblico-emocional e libertemos o argumento do escândalo do cativeiro da frescura-de-crente.

Chegou a hora de crescer
Concluo afirmando que o fraco não pode continuar sendo fraco para sempre. A obrigação de todo cristão é conhecer a vontade de Deus através da Bíblia (II Tm.2:15), crescendo cada dia mais (Pv.4:18), até chegar a um nível de amadurecimento próximo ao de Cristo (Ef.4:13). No Antigo Testamento, Deus exigia expiação pelos pecados cometidos na ignorância (Levíticos 4). Isso revela que a ignorância não é uma desculpa aceitável para a estagnação espiritual ou para a quebra da Lei quando os fracos são devidamente notificados de seus erros (Lv.4:23).

O que não pode acontecer é que sob a desculpa de que “não devemos escandalizar”, a liberdade cristã seja diminuída e eu tenha agora que me curvar diante de cada mania que eu encontrar na igreja. Se fossem poucas manias eu até cooperaria, mas elas se multiplicaram muito, e eu tenho mais o que fazer (além de já ter que lidar com as minha próprias manias).

Viver fiscalizando a todo momento as minúcias comportamentais e os detalhes secundários é extremamente desagradável. O “argumento do escândalo” não deve servir às chantagens e ameaças, e muito menos à imposição de pesados jugos sobre os que já superaram certos escrúpulos não-bíblicos e retiraram de suas manias particulares o indevido rótulo do "assim diz o Senhor".

Para um estudo detido sobre coisas moralmente indiferentes, examinem-se os textos de: Rm.14; I Co.10:23-33; I Tm.4:4; Cl.3:12-17 e 23; Tt.1:15.


“Bem aventurado aquele que não se condena naquilo que aprova” (Rom.14:22)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Sequestraram o "argumento do escândalo"

O argumento do escândalo é utilizado unilateralmente na igreja.

Me parece que o “escândalo” é escândalo apenas se escandalizar o “status quo”, o mainstream, o que “sempre foi assim”. Ninguém se importa se o status e o mainstream escandalizam o underground, as minorias, os desajustados ao padrão arbitrariamente imposto.

Esse é um fenômeno que eu gostaria de entender. Do jeito em que é usado na igreja, o argumento do escândalo virou escudo tradicionalista, uma coluna a mais no dique que mantém a água parada dos usos e costumes. Sequestraram o "argumento do escândalo".

“Assim você vai escandalizar os irmãos!” é o conselho que pode significar: “finja que você se importa com essa tradição/costume apenas para agradar seus irmãos mais experientes. Limite sua liberdade para não trazer nenhum desconforto ao pessoal que chegou aqui antes de você...” Em alguns casos, "não escandalize a igreja" significa "não escandalize os líderes e os mais influentes". E em casos extremos, significa "não ME escandalize".

Normalmente, essa advertência sai da boca de gente experiente, que está no Caminho a muitas décadas, que deveria estar mais preocupada em não escandalizar os “pequeninos”, e não em ser escandalizada. (Mt 18:6)

Eu sei que o tema é delicado, pois existem muitos assuntos da vida prática que não são tratados diretamente na Bíblia, e devemos entrar num consenso racional sobre eles. E ao vivermos em comunidade (o que a igreja obrigatoriamente dever ser), conflitos de opiniões e gostos pessoais sempre virão à tona. Obviamente, não devemos ser pedras de tropeço para ninguém.

E sei também que muito crente doido pra chutar o balde dos princípios bíblicos (modéstia, reverência, decência, ordem, viver saudável, etc) sentiria um certo “apoio” nesse meu discurso. Sai pra lá... “Incluam-me fora” desse movimento insosso e escuro de vocês, que não salgam a terra e nem iluminam o mundo. Longe de mim querer escandalizar minha igreja gratuitamente, apenas por ter vergonha de ser (e parecer) crente diante do mundo que não está nem aí pra minha fé.

O meu pequeno manifesto é: permitam-me usar o argumento do escândalo também! Ninguém se preocupa se eu sou a vítima do escândalo? Ao pedirem que eu não seja pedra de tropeço para alguns, não se importam se são pedras de tropeço para mim? Eu veja na minha Bíblia muita orientação para evitarmos o escândalo e a aparência do mal. Evitar polêmicas inúteis e não levantar desnecessariamente a oposição e a perseguição por causa de provocações tolas. Mas também vejo muitas atitudes escandalosas em Jesus, nos profetas e na igreja primitiva.

O evangelho é escândalo!

Ser cristão envolve inevitavelmente provocar escândalos, escandalizar o que não tem nada a ver com a Palavra de Deus.

Por agora, fica o leve desabafo. Vou coordenar as idéias bíblicas sobre o assunto.
Após levar meu pensamento cativo à Cristo eu posto mais alguma coisa...
Enquanto isso, vai ouvindo João Alexandre - "É proibido pensar"

O corpo de Cristo no Haiti

Passado o efeito emocional que o terremoto no Haiti causou nos brasileiros, lembrei-me de Jó e seus amigos, de Jeremias e suas lamentações e de Jesus agonizando no Getsêmani enquanto seus discípulos dormiam.

Alguns crentes buscaram na história “pagã” e nos pecados dos haitianos a explicação para a tragédia, assim como os amigos de Jó, classificando o terremoto de “juízo divino”.

Outros (crentes e céticos) lançaram seus questionamentos sobre Deus, duvidando de sua soberania e de seu amor. Se Ele ama e é poderoso, por que permitiu? O velho "problema do mal".

E no momento de maior angústia e necessidade de simpatia, Jesus esteve só, cercado de discípulos sonolentos que não percebiam a gravidade do momento. Por vezes, a proximidade banaliza, gera desprezo, perde-se a sensibilidade. De tanto ver sofrimento e tragédia, isso não nos afeta mais.

Jesus não está distante do Haiti. Ele está lá, sofrendo junto e ajudando. Seu corpo está lá. Sempre esteve – antes, durante e depois da tragédia. A igreja é o corpo de Cristo. Ela deve ser a manifestação de Jesus na terra. Que tipo de Cristo estamos manifestando ao mundo?

Repetindo a idéia de John Stott: como Tomé, o mundo hoje exige “se não virmos as marcas... não acreditaremos”. Rapidamente respondemos “creia sem ver, incrédulo!”
Esquecemo-nos que Jesus mostrou as marcas, seu corpo estava à disposição da análise do incrédulo Tomé.
O corpo de Cristo, a igreja, está sob análise daqueles que buscam uma resposta.

Eles estão vendo as marcas? Que marcas?

Resumido por Lecrae - "Tão distante"


ver também "Adventistas: vítimas e heróis no Haiti"

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Para saber o que é fé use a Bíblia, não o dicionário

É comum ouvirmos declarações de fé cega por parte de cristãos, e acusações de fé irracional por parte de céticos. Ambos usam definições estranhas de "fé". A fé cristã não é o que dizem os dicionários e enciclopédias, ela é o que a Bíblia diz que ela é. O texto a seguir é um apanhado de idéias trazidas numa lição da Escola bíblica de 2009 que tratou do tema.

A fé não deve ser confundida com convicção racional. Em sentido bíblico, a fé não se baseia principalmente na razão (embora não seja irrazoável nem irracional!); nem se baseia nas emoções (embora as emoções tenham seu papel). A fé é uma certeza profundamente enraizada que afeta todo o ser. É um princípio que governa a vida. É o meio pelo qual alcançamos as promessas de um Deus que não podemos ver mas que sabemos existe e nos apoderamos delas.

Hebreus 11:1 fala da “certeza” de nossa fé. William G. Johnsson, estudioso do livro de Hebreus, sugere que a melhor tradução seria: “A fé é o título de posse do que esperamos, a certeza do que não vemos” (The Abundant Life Bible Amplifier: Hebrews), p. 204.

A fé é o princípio que orienta a vida do cristão. Orienta-nos como viver e como nos relacionar com Deus e com os outros. Por mais importante que seja a concordância intelectual com as doutrinas, a fé é muito mais que isto.

“‘Sem fé é impossível agradar a Deus’... Note que Hebreus não ensina que sem a fé é difícil agradar a Deus, ou que sem fé vai demorar muito para satisfazê-Lo. Ao contrário, indica que é impossível. Em resumo, a fé não tem substituto. Foi pela fé que os heróis de Deus viveram no passado, e é pela fé que Seu povo deve viver hoje” (George R. Knight, Exploring Hebrews: A Devotional Commentary, p. 198).

Você não precisa de fé para crer no que pode provar; você precisa de fé para crer no que não pode provar. É importante perceber que, apesar de toda evidência que temos para nossas crenças, sempre haverá coisas que não entendemos.

Jesus Cristo é o grande fundamento e fonte de nossa fé. Mas, embora o dom da fé seja um mistério, foram-nos dadas algumas ideias de como a fé é despertada e fortalecida. Nos tempos bíblicos, alguns homens e mulheres tiveram uma experiência súbita que deu início à jornada da fé. Talvez o exemplo mais evidente seja Paulo. Outros falam de um despertar muito mais gradual da guia de Deus em sua vida, que deu foco e direção à peregrinação de sua fé. Sem dúvida, a experiência é um componente essencial e poderoso da vida espiritual. Mas a fé também deve ter conteúdo, e a revelação fornecida nas Escrituras tem um papel importante em nos estabelecer na fé.

Fé é experiência. Está relacionada com a certeza e com a confiança. As Escrituras têm um papel importante para despertar, fortalecer e alimentar a fé. Mas a fé não é uma simples convicção; é um princípio que nos guia na vida diante de Deus e dos outros.

Que diferença isso pode fazer em sua vida? Experimente e veja por você mesmo.

Resumido pelo tão criticado (e ex-metrossexual) André Valadão: "Pela fé"

Ouça Naturally 7

Pra quem gosta de “a capella”, tai um grupo adventista que tem recebido muitos elogios: Naturally Seven.
A fórmula é a mesma de muitos grupos do gênero: beatbox e imitações vocais de instrumentos.
A diferença é que esses caras sabem fazer bem...
Eles cantam gospel e secular. Uma espécie de Take 6, só que um pouco mais crente rsrsrs.

Ignorando as gracinhas e demonstrações quase exibicionistas de habilidade, as músicas tem boa mensagem.

Let it Rain


Pra entender como conseguem “tocar” usando loops no pedal, ouça “Wall of Sound”

Ouça Rochelle Hanson

Se você procura algo diferente para ouvir, indico Rochelle Hanson.
Há um ano acompanho o trabalho dessa cantora e compositora adventista singular.
É tudo muito bonito e original (apesar da semelhança de timbre com alguém que não me lembro agora... Natalie Cole, talvez).

O estilo Rochelle está resumido na belíssima "So Happy"