Oh, santa seleção natural! Além de toda doutrinação escolar darwinista e de toda blindagem "científica" em torno dos dogmas naturalistas, temos agora que aturar arte evolucionista.
Confira uma peça do "Science Oratorio", de David Haines.
Já virou um chavão evangélico o “devemos ser diferentes”.
Normalmente quem fala isso está pensando primeiramente em roupas, cabelos, acessórios, e em segunda instância em comportamento (modo de falar, de namorar, lugares que não se deve freqüentar, etc).
Não funciona.
Enquanto nossa preocupação primária for em sermos diferentes, seremos apenas mais uma tribo urbana esquisita e estereotipada.
E o pior é que muitos crentes aparentam uma diferença externa, enquanto fazem negócios de maneira igual, dirigem de maneira igual, jogam bola de maneira igual, e se comportam em casa de maneira igual e comum a todo o mundo não-cristão. Nossa preocupação primária deveria ser “fazer a diferença”.
Se fizéssemos interferências graciosas onde vivemos, se influenciássemos as pessoas, se falássemos e vivêssemos do evangelho, faríamos a diferença.
E fatalmente, seríamos diferentes.
Tudo o que escrevi está resumido magistralmente em forma de canção aqui:
Um tema que tem me despertado a atenção é o da verdade/sinceridade.
A Bíblia é muito clara ao exigir que “o amor não seja fingido” (Rm 12:9) Somos incentivados a não amar “só de palavra, mas de fato e de verdade” (1 Jo 3:18).
É incrível a facilidade como tornamos a igreja um palco, e a vida cristã uma peça cuidadosamente encenada.
Por vezes sinto falta de autenticidade e naturalidade nas palavras e atitudes das pessoas... e nas minhas...
"Deus sussura a nós na saúde e prosperidade, mas, sendo maus ouvintes, deixamos de ouvir a voz de Deus. Então Ele gira o botão do amplificador por meio do sofrimento. Aí então ouvimos o ribombar de Sua voz... ...o sofrimento é o megafone de Deus para um mundo ensurdecido."
Deus apenas usa o megafone.
Quem é o causador do sofrimento? Como na parábola do joio e o do trigo: "um inimigo fez isso".
Li outro dia sobre os termos “Persona” e “Sombra”, criados por Jung. E vi que muitas vezes isso pode fazer sentido, corrompendo nossa personalidade. A “Persona”, para Jung, é aquela máscara social. São os papéis sociais que desempenhamos no dia a dia.
Existe o risco de nos identificarmos tanto com os nossos papéis e nos distanciarmos de nossa natureza.
E a “Sombra” representa aquilo que está oculto e algumas vezes reprimido em nós. Ela é a soma de tudo quanto desejamos esconder, não apenas do mundo, mas de nós mesmos também. E às vezes, de Deus. Por isso representamos tanto... Até quando não tem ‘ninguém’ nos vendo.
A hipocrisia é o ato de fingir ter crenças, virtudes e sentimentos que a pessoa na verdade não possui.
Como disse Brennan Manning em seu livro “O impostor que vive em mim”: “Judas não conseguiu encarar sua sombra; Pedro conseguiu."
Todos os dias temos a oportunidade de rasgar nosso coração diante do nosso Deus. Deixando de lado a hipocrisia, o medo da rejeição Quando fazemos isso, somos espetáculo para o universo e alcançamos o coração de Deus. (ative a legenda no canto inferior direito do video)
Sou do bem, vivo esperando a volta de Cristo, amo meu marido, minha família, sinto saudades da minha mãe, do meu irmão e da minha mana, sou louca com meu sobrinho, gosto de ler, de internet e vivo de regime.